Áreas de Atuação 

 


1- Estudo Geotécnico e Ambiental

1.1- DPL NILSSON 

um novo equipamento no conceito DP

O DPL NILSSON é um penetrômetro portátil, utilizado para a caracterização de estratigrafia, nível de água e resistência do solo, útil para estudos geotécnicos e dimensionamentos de fundações. Possui qualidade, acessibilidade e veocidade para atender por longas distâncias e chegar a locais de difícil acesso. É utilizado em diversos tipos de obras, de pequeno a grande porte, em investigações para estradas e dutos, na construção civil, em morros, várzeas e lagos.

O boletim de ensaio apresenta tabelado os números de golpes, N10, o necessário para o cone descer 10cm em sequências e os momenos de torque máximo e residual. Em gráficos constam plotados contra a profundidade, N10 num gráfico maior e em 2 menores, qd (resistência da ponta) e fs (atrito lateral). Finalmente, há uma descrição táctil visual de campo.

Normas

ISSMFE Technical Committee on Penetration Testing (1988) Norma Alemã DIN 4094 (199.  ***LINK

1.2- SPT

Sondagem tradicional para retirada de amostras de solo ***LINK

1.3- VANE

Ensaio de palheta, indispensável para projetos abrangendo estabilidade e contensões

A resistência ao cisalhamento para solos depende da coesão e do ângulo de atrito, segundo Mohr;

A coesão (c) é a soma de forças eletroquímicas atuantes entre grãos planos de argila. O ângulo de atrito (_) surge em função das forças que atuam entre as partículas mais arenosas. Os valores destes parâmetros alteram conforme vários fatores influentes, principalmente por água. Assim, é importante definir se o solo é seco, saturado ou não-saturado.

Recomenda-se ensaiar a coesão através de ensaios de palheta e o ângulo de atrito em laboratório. O VANE pode ser feito por equipamento motorizado ou manualmente. Os dois métodos requerem bom nível do executor.

Nos procedimentos da empresa o DPL é utilizado para fazer o pré-furo. Retira-se o equipamento do DPL do furo e insere-se a palheta acoplada às mesmas hastes de DPL. Crava-se a palheta ao menos 10cm além do furo.

Normas

NBR 10905 (1989) Ensaio de palheta “in situ”.

1.4- RESISTIVÍMETRO

detecção de rocha, água e contaminantes por geofísica

O método da resistividade elétrica para detecção de poluentes ou água em subsuperfície pode ser utilizado em associação com sondagens de DPL para calibrar a resistividade obtida com os materiais encontrados. A resistividade dos solos e das rochas diminui quando aumenta a umidade e o volume de sais ou quando à ácidos ou metais dissolvidos na água intersticial. As rochas e solos argilosos secos tendem a ter menor resistividade elétrica.

CE – Caminhamento Elétrico

O arranjo está mantido com distância fixa. Desloca-se o arranjo entre os locais de ensaios pré-programados. Costuma-se empregar o arranjo Wenner

SEV – Sondagens elétricas verticais 

As SEV’s costumam ser feitas com o arranjo Schlumberger que permite maior produtividade por manter os eletrodos potenciais fixos. Identifique camadas geoelétricas até 30 metros de profundidade com L/2 máximo de 100m. A relação entre comprimento do arranjo e profundidade  proposta por Telford et al.(1990) é de L/6.

Normas

NBR 7117 (1981) Medição de resistividade do solo pelo método dos quatro pontos (Wenner).

1.5- DCP – Cone Sul Africano

um equipamento para avaliação de pavimento

Tradicionalmente, a avaliação da capacidade estrutural de pavimentos existentes no Brasil tem sido realizada através de ensaios CBR, com procedimento demorado que necessita do uso de equipamentos caros. Deve-se considerar ainda que as análises feitas com CBR nãp permitem verificar a condição estrutural ao longo da espessura das camadas do pavimento. O equipamento de DCP apresenta grande mobilidade e baixo custo de aquisição e operação, além de permitir uma análise real da distribuição de resistência, em profundidade ao longo das camadas do pavimento.

Embora seja um equipamento pouco difundido no Brasil, já é utilizado em vários órgãos públicos, como DER no Paraná e prefeituras em Santa Catarina e São Paulo.

Características do equipamento DCP utilizado nas investigações

O equipamento DCP utilizado é o modelo adaptado pelo TRRL (1986), o qual possui um peso de 8kg, de altura de queda de 575mm e cone de penetração de 60°  com diâmetro de 20mm.

Normas

ASTM D6951

1.6- Estudo Geotécnico até 12m

para atender construções de distribuição predominante horizontal

Na construção pesada são obras de estradas, dutos, linhas de transmissão, terminais, aeroportos e aterros sanitários. Já, na construção civil, obras de galpões, centros comerciais, residências, indústrias e depósitos que extendem-se mais no plano horizontal do que no eixo vertical.

Os projetos destas construções são geralmente atendidos por investigações geotécnicas rasas, com a profundidade de sondagem até 12 metros.

O nosso sistema operacional foi desenvolvido para atender estes tipos de projetos, predominantes no mercado, abrangendo mais de 80% do total construído.

Com uma forma revolucionária de administrar este segmento, nos especializamos para atender a todos com mais efetividade. Pela ausência dos altos custos e investimentos para projetos de prédios verticais, barragens e túneis sobram-se, então, recursos a serem investidos em outras áreas.

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